Tenho a sensação de que estou ficando para trás. Na inércia do obsoletismo.

A questão é que me parece que todos ao meu redor estão evoluindo e engrandecendo-se de alguma maneira, seja juntando posses, influência, conhecimento, ou tudo isso.

Enquanto isso eu estou parado, seis meses de férias já me fazem me sentir para trás, como se estivesse deixando minhas ambições escaparem e se distanciarem de mim.

E o pior é que eu nem estou realmente parado, estou timidamente (ou virtualmente) correndo atrás do que eu quero. O problema é que não me sinto fazendo isso, acho que nem eu ando acreditando muito em mim mesmo.


Paper Bag

10Dez08

Acho que ainda estou tímido com a volta do Blog. Andei lendo uns posts antigos e percebi que alguns são até bem escritos, que tem coisas legais de se ler e até interessantes mesmo sendo um “diário”.

Talvez eu volte a ter coisas interessantes para dizer, apesar de estar de férias e não estar fazendo nada, mas pretendo “movimentar-me”, esperemos o final de semana então.

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Po, vi uma parada lá no Rio e pensei: “Tô sem grana aqui, mas quando chegar em Goiânia vou procurar algum lugar que venda lá ou na internet”. Chegando aqui descobri que só é vendido no Rio e em Sampa (aqui no Brasil). Precisava de um Munny para antes do fim do ano, como faço?


Mais um final de ano, parece que eu só venho aqui nessas ocasiões. Final de ano é época de felicidade, realizações e boas memórias. Uma semana atrás eu estava no Rio de Janeiro e meu amigo Reuben de Miami comentou que era Thanksgiving Day, como isso não é comemorado no Brasil, eu nem sabia da ocasião, porém não tivemos ceia, no dia anterior ao Thanksgiving Day, segundo ele, é dia de sair com os amigos para uma balada, e eu havia ido ao show do Ney Matogrosso e do Seu Jorge que foi fantástico.

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Voltei do Rio com muitas coisas aprendidas, e com a intenção de voltar, e parece que muita coisa está colaborando para que eu volte de vez para lá. Farei o possível.

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Hoje eu corro o risco de entrar de férias permanentes, fiz a última prova do ano, e se eu não ficar de Prova Final, então estou formado, e desempregado.


Long Division

14Jun08

Bah…. eu nunca tenho inspirações inspiradoras para escrever aqui, acho que o que me inspirava, cultura, passou a fazer parte da inspiração do Caféicultura. Agora esse aqui ficou jogado às traças por um motivo simples.

A idéia central do Ensaios era publicar besteiras que eu escrevou ou que eu leio e acho bacana, mas ultimamente eu não tenho escrito nada, simplesmente por que comprei um PS2 e passo o meu tempo livre jogando. Nem twittando eu estou direito por causa disso. Se entro na net é pra falar com alguém sobre o que fazer no dia e só.

Prometo que um dia serei alguém interessante e isso se refletirá no meu blog.

Até lá continuem com dedos cruzados.


Criei então! Criei o blog que eu queria sobre cultura pop inútil, ou seja, cinema, música e literatura.

Tá… talvez não tao inutil assim, mas contendo análises pessoais das mídias que entro em contato.

Pra quem não tem o que fazer, ou simplesmente tá um pouco curioso, presenteio-lhes o Caféicultura.

P.S.: Nome sagaz né…


Eu sempre quis fazer um Blog que tivesse alguma funcionalidade, além de falar de mim mesmo ou coisas que faço.

Como eu sempre estou lendo algum livro, vejo filme semanalmente no cinema e estou sempre conhecendo bandas desconhecidas (pode me chamar de Indie), estou pensando em criar um Blog só para falar sobre esses temas, Música, Cinema e Literatura.

Não que eu seja um expert no assunto, ou mesmo um crítico de cinema/literário/musical, mas apenas para expressar minha opinião a respeito do que entro em contato.

Acredito que de início eu seria bastante assíduo ao blog (como fui neste aqui), mas temo que no decorrer do tempo eu perca o interesse, ou o ânimo ou até mesmo deixe de ter conteúdo novo, mas acho que não custa tentar.

A pergunta afinal é: Que nome daria a esse Blog?


The Metal

04Mai08

Voltarei a atualizar isso aqui logo logo, eu prometo.

O pior é que eu abro o painel do WordPress agora depois de, sei lá quanto tempo que não entro aqui, e vejo que mudou uma pancada de coisas.

Depois atualizo, e me atualizo.

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Rá! Logo depois que postei percebi que fazem exatamente 6 meses que não atualizo, que displicente eu…


Tempos improdutivos geram blogs inativos. No entanto, li alguns livros nesse período de ausência blogueira.

Terminei de ler o Clube da Luta, que na minha opinião não é melhor nem pior que o filme, tem algumas diferenças mas a essência é a mesma, então se você já viu o filme e está com preguiça de ler o livro, não vai mudar muita coisa.

Li também Deuses Americanos, do Neil Gaiman. Bem, não preciso dizer que o cara é fantástico né. Autor de Sandman, ele já tem alvará pra fazer merda pelo resto da vida. O livro fala de como os Deuses do velho mundo, foram trazidos para a América e agora se confrontam com os Deuses do novo mundo. É um livro ainda mais divertido para quem é aficcionado por Mitologia.

Outro livro que li foi Celular, do Stephen King. Na aba do livro diz sobre as criaturas sobrenaturais dos quais o autor já havia escrito: Alienígenas, Fantasmas, Lobisomens, Carros Assassinos e etc. Só faltava algo clássico nessa lista, Zumbis. E é sobre isso que Celular trata, de uma maneira inovadora, que pode agradar alguns ou desagradar aqueles mais tradicionalistas.

Li também o Livro do Clã Assamita, do RPG Vampiro: A Máscara. Acho que todo mundo tem uma idéia pré-formada sobre os Assamitas, no entanto, essa concepção muda completamente a medida que você lê a história do Clã. Nada de assassinos de aluguel sem raison d’être no Mundo das Trevas, os Assamitas possuem uma cultura riquíssima, e uma característica interessante, eles não possuem nenhuma maldição de Caim.

E hoje eu li O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Estava num CD com outras coisas referentes ao curso de Francês. Li o livro escutando o audio. É de fato um livro muito interessante, que fala do ser humano, retratando alguns comportamentos, características e condições.


Nem o demônio eu vi bebendo tanta gasolina, puta show do Matanza esse sábado. Apesar do show do Noise ter sido maior, mais estruturado e etc, esse do sábado foi muito melhor aproveitado. Fiquei louquíssimo de adrenalina logo quando começou o show, nem toda a loucura na grade me fez perder o ritmo, nem ter que tomar conta para que não esmagassem a Júlia. Tava precisando mesmo dar essa extravasada toda, muito trabalho, prova, e pressão de final de curso na minha cabeça, todo o ódio da vingança de Jack Buffalo Head. Depois de um show desses você aguenta qualquer coisa. Encontrei ainda muita gente maluca lá, amigos da faculdade, e um povo que eu não via há tempos… E não há nada que os detenha quando a noite cai e nem nada que os acalme quando a lua cheia sai.
Só depois quando cheguei em casa (da Júlia) que eu fui sentir tudo que tinha sofrido no show, pé na porta e soco na cara. Dois arranhões na mão que eu não sei de onde vieram, se foi unhada, se foi soco que eu dei em nego que pulava, se foi dentada, sei lá… e os braços parecendo que carregaram uma tonelada o dia todo, mal conseguia levantá-los, eu não bebo mais.
Agora é só aguentar o resto do ano, no dia seguinte parei a pick-up num posto perto daqui e amanhã tenho prova prática no DETRAN. Não me lembro de nada, não me conte o que eu fiz, acordei de ressaca, muito mais feliz!


“As pessoas sempre me perguntam se eu conheço Tyler Durden…”

Comecei a ler essa semana o livro Clube da Luta do Chuck Palahniuk. O filme eu não preciso dizer que já vi mais de vinte vezes, tenho o DVD em casa e assim que adquirí (na verdade era de um amigo que me emprestou e nunca mais devolvi) assistia todos os dias. A conclusão que cheguei até agora. na metade do livro, é que o filme não deixa nada a desejar, e em alguns pontos é até melhor, pois explica algumas coisas que no livro fica em aberto. Apesar que me indicaram o livro mais pela caracterização da Marla e pelo final, então terei que esperar até o último ponto para ter minha opinião formada. Enquanto isso fiquem com um Haicai.

As operárias são livres,
Os zangões também podem voar,
Mas a rainha é escrava
.

“Eu era um cara tão gentil…”